Não sou mais a mulher triste que fui um dia, sou o constrate de tudo que já fui. Sigo pelos dias e não há nada muito triste que me aconteça, apenas tenho meus lapsos de razão, onde vejo solidões e dramas inexistentes. Sou feliz, venho percebendo todos os dias, tenho visto como os sois e luas e estrelas são maravilhosos se olhados com gosto. Diariamente sorrio, gargalho, de as vezes chorar, descubro amizades e além de tudo acredito cada dia mais no amor, na verdade, no que é certo. Se um dia tive dúvida sobre quem eu queria ser, hoje não tenho, eu sou quem eu quero, tudo que faço é com gosto, é pela simples felicidade de gostar de fazer. E ninguém nunca há de saber dos sorrisos de minha alma, dos choros de felicidade, da luz branca que vejo sair de mim. Na verdade, até pode, mas entender, ninguém vai.
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